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Revelado pelo Goiás, Ricardinho analisa o adversário e o momento do Bugre na Série B

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Volante Ricardinho - Foto: Gabriel Ferrari / GuaraniPress.
Volante Ricardinho - Foto: Gabriel Ferrari / GuaraniPress.

Há dois dias de voltar a campo pelo Guarani depois de um intervalo de intermináveis 10 dias entre a última e a próxima partida, o volante Ricardinho falou em entrevista coletiva sobre o próximo adversário, o Goiás, time por onde atuou desde as categorias de base.

A gente espera fazer uma boa partida, vai ser importante pra gente também porque precisamos dar essa resposta que ainda não demos fora de casa. Fui criado no Goiás, conheço bastante o clube e sei que em algum momento eles vão se levantar, mas espero que não seja contra a gente”, disse Ricardinho, revelado pelo Goiás.

O Bugre volta a Goiânia onde foi derrotado pelo Atlético-GO na terceira rodada por 3×2 e ele falou sobre o aprendizado daquela partida: “Precisamos minimizar os erros, acho que até fizemos um bom jogo (na ocasião), mas tomamos três gols e em determinado momento da partida ficou ruim porque a desvantagem era de 3×0. Esperamos minimizar esses erros, ter atenção para conseguirmos sair com a vitória”.

O Goiás vem com técnico novo, assumiu o clube Ney Franco e Ricardinho analisou a diferença que isso pode fazer no rendimento do adversário: “Pode ser (positiva) essa troca de treinador, mas também tem jogador que estará estreando lá, tudo isso serve de motivação para eles. Nossa maior preocupação e desafio e nos preocuparmos com o nosso trabalho, com aquilo que a gente vem fazendo, criarmos uma identidade boa também fora de casa porque precisamos dar resposta nesses jogos, conseguir vitórias e pontos fora de casa para podermos pensar em coisas maiores no campeonato”.

Por conhecer bem o adversário, Ricardinho falou sobre a pressão forte que o clube deve estar passando por conta da má campanha neste início de Série B: “Eu cheguei ao Goiás com 12 anos e sai com 20, foi uma coisa natural do futebol, nunca tive problemas com ninguém lá dentro. Tenho um carinho enorme pelo clube, devo muito a eles não só como profissional, mas como pessoa também. Fui criado lá dentro, tive bons exemplos e me deram toda a condição de ser o profissional que sou hoje. É um clube que desde as categorias de base é muito cobrado por um título nacional, a torcida cobra muito isso deles e eles sempre ganham campeonatos estaduais, mas mesmo assim a cobrança é muito forte por um título nacional”.

Vejo isso como uma pressão que eles tem naturalmente por lá. O investimento é alto, é um clube acostumado a jogar Série A e bons campeonatos, quando olha para a tabela da Série B desde o ano passado e eles estão nessa condição a fase pesa com certeza, é difícil pra qualquer equipe, ainda mais quando tem alguma tradição, por isso quando o juiz apitar eles vão querer dar a vida, é um incentivo a mais, uma motivação maior pra vencerem a gente, mas independente do que aconteça do lado de lá é importante que a gente tenha consciência do nosso trabalho, do que estamos fazendo e, independente do adversário temos que ter o nosso modelo, nosso jeito de jogar para conseguirmos a vitória”.

Goiânia tradicionalmente não é um local de bons resultados constantes para o Bugre, mas para o volante isso não pesa antes de a bola rolar: “Acho que quando o juiz apita e o jogo começa tudo isso fica pra trás, é importante a gente se concentrar naquilo que a gente vem  fazendo nessa semana boa de trabalho, minimizar os nossos erros das partidas anteriores e não levar isso  pro próximo jogo. Isso é muito importante, precisamos merecer a vitória através do treinamento, quando o juiz apitar temos que deixar tudo  pra trás e deixar o nosso melhor dentro do campo, independente do que ficou pra trás temos que escrever uma nova história para a frente, é isso o que está ao nosso alcance”.

E por último ele falou sobre mais esse longo período entre dois jogos no início da Série B: “A gente tem que se adaptar, aconteceu de a gente jogar no sábado e na terça, depois foram 10 dias, depois terça e sexta e mais dez dias, temos que nos adaptar e aproveitar esse momento pra trabalhar aquilo que possa melhorar um pouco mais na nossa condição física, trabalhar o que o espaço curto de jogos não dá condição de trabalhar. Temos que tentar pegar esse lado positivo porque daqui a pouco não vai mais ter esses intervalos de 10 dias e a gente vai poder falar que tem pouco tempo pra trabalhar, por isso precisamos usar esse tempo que temos agora pra trazer pro lado positivo, trabalhar e conseguir evoluir neste sentido”.

A gente não conseguiu repetir o time ainda no campeonato, isso é algo que tem que se considerar, mas precisamos encontrar a equipe o mais rápido possível, dar jogo pra essa equipe e conseguir entrosamento durante os jogos. Esses 10 dias servem exatamente pra isso, o importante é que quando o jogo comece a gente demonstre que esses dez dias  foram bem proveitosos pra gente minimizar os erros, ter mais concentração, atenção, entrosamento e que isso reflita num bom jogo agora na sexta feira”.

 

Marcos Ortiz

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